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Feb. 10th, 2013

bibliotecaria

Maratona de Banca: Fevereiro - Vingança

Vendaval de Paixões

"The Loving Slave"

Margaret Pargeter

VENDAVAL_DE_PAIXOES fev

Numa noite de tempestade, Gina descobriu a loucura do desejo. Mas para Quentin Hurst, o homem que a fez se sentir mulher, ela não passava da garota que trabalhava nos estábulos e vivia despenteada e de unhas sujas. Uma coitada que ele podia seduzir e rejeitar quando bem entendesse. Por causa desse desdém, o amor dela se transformou em ódio. E o ódio, em obsessão de vingança. Agora, um ano depois daquela noite de temporal e paixão, Gina tinha sua chance de desforra. Os papéis estavam invertidos: ela era uma rica herdeira e Quentin se achava à beira da falência. Só o casamento o salvaria da ruína. Sim, casaria com ele. E, pelo resto da vida, o faria rastejar a seus pés.

Ah, esse é um florzinha bem do jeito que eu gosto e que eu acho que os florzinhas devem ser: com romance rasgado, mocinha que sofre e mocinho machão que espezinha. Afinal, se eu quisesse ler algo diferente disso, procurava outro tipo de livro.

A pobre e sofredora mocinha tem 18 aninhos e trabalha como tratadora de cavalos na propriedade do mocinho machão de 32 anos (maior pedófilo, na minha opinião), e vive em uma cabana, sem energia e água encanada, na mata, com o pai bebum. A pobre mal tem o que comer e o que vestir, por conta de não receber salário desde a morte do pai do mocinho, e ainda tem de ouvir desaforos da parte dele de como ela é suja, mal arrumada e magrela. É, vai cuidar sozinha do estrume de um monte de cavalos pra ver se você cheira a perfume francês, e ainda de ouvir o cretino a comparando com as mulheres maravilhosas com as quais ele anda. Não bastasse tudo isso, ela ainda é abusada sexualmente pelo “mocinho” em uma noite de chuva.

Mas a sorte dela muda quando seu pai morre e aparece na propriedade um senhor muito rico dizendo que é o seu avô e a tira daquela vida de miséria. E agora ela vai fazer o mocinho machão pagar a língua e se mostrar superior a todos aqueles que a maltrataram. Ou pelo menos é isso o que ela acha que vai acontecer... e eu acho que a historia não vai ser bem assim.

Jan. 18th, 2013

livros

Maratona de Banca: Janeiro – Título com a Palavra Amor

Primeiro Amor

“Reunion at Pitereeka”

Kerry Allyne

Bebel se viu às voltas com um delicioso jogo de sedução...
Bebel não aceitava provocações masculinas. Por isso odiou Chayne quando ele a tratou como criança rebelde, e se irritou quando ele quis dirigir sua vida. Mas depois suspirou de prazer ao ser beijada por aqueles lábios sensuais, primeiro com doçura, depois com paixão, do jeito que um homem só beija a mulher que deseja intensamente.
Ah, que bom seria se ele não fosse um inimigo, um tirano arrogante e autoritário, que ameaçava sua paz!

Na maioria das vezes eu dou um azar danado com esses livrinhos mais antigos, mas as vezes eu acerto e consigo achar um bem do jeitinho que eu estava procurando!

A história não é lá essas coisas, já li melhores, mas ela me proporcionou aquela sensação de nostalgia gostosa de quando eu tinha 13, 14 anos e vivia com um livrinho desses nas mãos, sonhando acordada com lugares e pessoas bem diferentes.

Bebel é órfã, e foi criada junto com o irmão pelos tios maldosos, que apenas se interessavam pelo dinheiro do seguro de seus pais. O irmão dela, que era mais velho, havia abandonado aquela vida e ido embora há anos, e a mocinha finalmente conseguiu localizá-lo lá nos confins da Austrália, arrumou a mala e a coragem e resolveu ir atrás do irmão.

Na viagem ela conhece o mocinho, Chayne, um fazendeiro local, e se apaixona, mas vive as turras com ele. A história fica naquele chove não molha de sempre, mas é gostosinha! Eu gostei das encrencas e das chacoalhadas que o mocinho deu nela, apesar dele só ter aparecido na história mesmo só lá pela pagina 50.




Leia mais...Collapse )



Dec. 17th, 2012

florzinha1

Maratona de Banca: Dezembro - Natal

UM BEBÊ PARA O NATAL

His Baby!

Sharon Kendrick

 
Clique na capa para ler

Ele chegou para o Natal!
Ao chegar de Nova York para passar o Natal com a mãe, Matt Hamilton não tinha a menor idéia do que o destino lhe reservava. Quando precisou de alguém para tomar conta de Sophie, sua filhinha de oito meses, ele imediatamente pensou em Daisy Blair. O que Matt não sabia era que Daisy o amava desde criança e estava decidida a ser bem mais do que uma babá para Sophie!


Deus do céu, que livro ruim!!!

O mocinho é viúvo, tem uma filhinha e vai passar o natal na casa da mãe. A mocinha, mora com a mãe do mocinho, e parece que foi criada junto, tem 18 anos e apaixonada por ele.

O problema é que ninguém tem cérebro nessa historia, é cada conversinha besta e sem sentido que chega a irritar. Para ter uma ideia, a mocinha ficou 2 paginas resolvendo se lavava ou não o cabelo. Depois foram duas paginas com o casal discutindo os jeans justos da mocinha. Não dá né!

Sacola do sebo pra ele.

Livro DoisCollapse )

Nov. 7th, 2012

miau

Maratona de Banca: Novembro - Penny Jordan



Um Homem Perigoso
Fire With Fire

Penny Jordan

 
(Clique na capa para ler o livro)

“Amanda, pode estar certa de que ainda seremos amantes!”
Amanda entregou-se à paixão que a dominava e correspondeu aos beijos de Drake com fúria. De repente, porém, lembrou-se do que ele lhe dissera na véspera: “Algum dia, seu corpo se renderá ao meu, e você estará mentindo, se negar isso”.
Odiando-o por sua arrogância, Amanda o empurrou, confusa, indecisa entre o desejo que ele despertava e sua necessidade de amor.

Penny Jordan não é a minha autora preferida, nunca foi. Aliás, eu costumo colocar os livros dela um pouco acima da categoria dos sheiks, que pra mim são a ralé dos livrinhos de banca (acho todos eles com cara de Bin Laden).

Mas nessa historia até que ela deu acertada na mão.

A mocinha é uma jornalista de TV, e para livrar a cara da irmã irresponsável, mimada e totalmente nojenta, vai conversar com o mocinho, para pagar o prejuízo que a sua irmã causou quando roubou a Ferrari dele a jogou contra um muro. É claro que ele não aceita nenhum acordo, mas faz uma contraproposta muito interessante: quer que ela pose nua para a sua revista masculina, a “Macho”. Ela reluta um pouco, mas como toda mocinha sem amor-próprio, decide se sacrificar em prol da irmã que não merece, e vai posar peladona para deleite dos tarados de plantão!

A premissa do livro é diferente, mas mesmo assim não foge do padrão Penny Jordan de qualidade: o mocinho é um machão arrogante, a mocinha é uma sonsa que adora se vitimizar, e a irmã faz o papel de vilãzinha arrogante.

Mas até que apesar dos pesares eu curti um pouco a leitura e até fiquei do lado da mocinha, contra o tarado da revista.




Livro DoisCollapse )

Oct. 9th, 2012

livros

Maratona de Banca: Outubro - Reencontros

Duas vidas OUT
(Clique na capa para ler o livro)

Duas Vidas, Dois Amores

“Another Life”

Rosemary Carter

Sara era uma bailarina bonita, famosa e talentosa que, de repente, foi obrigada a viver longe do palco e dos aplausos da platéia. E tudo por causa de um grande amor… Pensava nisso, enquanto contemplava o mar calmo daquela pequena cidade da África. Sabia que se não fosse por causa de Clyde, sua carreira continuaria como antes e ela não estaria ali, naquele momento, vivendo uma outra vida ao lado de um outro homem. Clyde, Clyde! Só em pensar naquele que havia sido seu grande amor, seus olhos se enchiam de lágrimas. O que o destino lhe reservaria, agora que Clyde era apenas um ponto perdido nas suas lembranças? Será que tinha chances de reencontrá-lo um dia?

Sou eu quem está de má vontade, ou esses livrinhos que estão ruins mesmo? Oh dúvida cruel!

O grande problema do livro é que ele se perde em devaneios intermináveis da mocinha, sonhando com o grande amor perdido de sua vida, Clyde. A quem ela deu um belo chute sem dó nem piedade, as vésperas do casamento, depois de ter ouvido uma conversa da irmã do mocinho, sobre como ele ia subir mais na carreira de médico se namorasse a pessoa certa, e não uma bailarina qualquer. Então, em um acesso de desprendimento heróico, estilo Madre Teresa, ela decidiu abrir mão de seu amor, para que ele pudesse ter um namoro de interesse com a filha mimada de um médico.

Depois disso é somente um amontoado de pensamentos da mocinha, no estilo “Oh como eu sofro!”, e descrições intermináveis de paisagens, e blá blá blá. Resumo da ópera: ela se casa com outro homem 25 anos mais velho, pois descobre que está grávida de seu único e verdadeiro amor. Ela sofre um aborto, depois o marido morre, e ela reencontra o ex, que agora trabalha perto da casa dela. Ela sofre mais um pouco pois não pode contar a verdade para Clyde, pois ele irá odiá-la (e com razão) e o livro tem mais um bocado de blá blá blá e “Oh como eu sofro!”, “Oh como eu me martirizo!” e “Oh, como eu renuncio à minha felicidade em prol do meu amor...” até finalmente terminar a chatice. E quem mais sofreu fui eu, que tive de ler tudo isso. Afff!!!

Se eu tiver coragem, depois eu pego o livro 2 para ler.



Livro 2Collapse )

Sep. 12th, 2012

gatinho livro

Maratona de Banca: Setembro – Hots


CARICIAS_QUE_ENLOUQUECEM SET

                  (clique na foto para ler o livrinho)

Carícias que Enlouquecem

Somewhere To Call Home

Kerry Allyne

Ruth detestava os métodos prepotentes que Fraser Delaney usava para impor sua vontade aos outros. O homem precisava de uma lição. Precisava encontrar alguém que o colocasse no devido lugar. E se essa pessoa fosse ela? Começou a pensar na possibilidade, quando Fraser quis impedir o namoro de sua amiga Tanya com o primo dele. Agora, já era demais! Se ele queria briga, ia ter. E Ruth faria o mesmo jogo sujo que Fraser fazia. Saboreou o prazer que teria em enganá-lo... Mas foi o sabor de seus beijos que sentiu, ao tentar desafiá-lo. E, a partir desse momento, passou a se debater entre uma raiva cega e um desejo desesperado pelas carícias que a enlouqueciam...

Vou ser honesta: não gosto de livros “hots”.

Tudo bem, eu entendo que outras meninas adorem o gênero, mas não faz muito o meu estilo. Eu gosto mesmo é das histórias, e quando o “hot” faz parte da trama, e não é uma cena gratuita, feita para tapar buraco e encher lingüiça, eu até que curto. Mas quando eu percebo que é enrolação pura e simples, eu simplesmente vou pulando os trechos até chegar na historia de novo.

E para achar um livro que se encaixasse nesse tema, eu sofri! Afinal não existiam livros “hots” nos florzinhas!!! Nos corações até que podia ter uma ceninha mais saliente, mas nos florzinhas era difícil... Então eu fui procurando nos resumos e nas capinhas, e capinha desse livrinho é bem sensual e o titulo também ajudou na decisão, mas o livro não é HOT!!

Aliás, o titulo não tem nada a ver. Para ficar certo, tinha de ser “Brigas que enlouquecem”, o casal passa o livro inteiro brigando. O negócio da mocinha, alías, é ser do contra. Tudo o que ele fala, ela faz o contrário, só pelo prazer de discordar. Os dois tem brigas horrorosas e as vezes ele dá uns agarros nela e lasca uns beijos, mas é só isso. Não achei nada “hot”.

Vamos ver se o Suplente é melhorzinho, se bem que eu estou duvidando...



Livro 2Collapse )

Aug. 5th, 2012

livros

Maratona de Banca: Agosto – Contemporâneo

Victoria Gordon - Doce Veneno (Bianca 191)

Doce veneno AGOS

Um erro de datilografia fez com que Justine conseguisse emprego como chefe de cozinha no Wyatt's, um dos mais famosos restaurantes de Sidnei. Wyatt Burns, o dono, pensava que estava contratando um homem e ficou uma fera ao perceber o engano. Muito a contragosto, teve que aceitá-la. Logo, porém, Justine descobriu que esse havia sido apenas o primeiro de muitos erros que viria a cometer em seu tempestuoso relacionamento com o patrão. O pior de todos foi se apaixonar perdidamente por ele. Porque Wyatt mal a tolerava e já tinha outra mulher. Para Justine, só restava se refugiar em sua cozinha e trabalhar, sentindo o gosto salgado das lágrimas e o sabor amargo do ciúme.

Eu adoro os florzinhas e os livrinhos mais antigos, mas muitas meninas torcem o nariz pra eles, e ficam abismadas com as “ogrices” cometidas pelos mocinhos, e tacam pedras nas pobres mocinhas. Nada contra a opinião alheia, mas o que a gente tem de ter em mente quando pega um florzinha para ler, é que esses livros foram escritos no século passado, na década de 70 e inicio dos anos 80, onde as pessoas tinham uma outra forma de pensar e que a mulher estava começando a se firmar no mercado de trabalho, e que o machismo, tanto masculino quanto o feminino, ainda eram muito forte na mentalidade das pessoas. Não era comum ver uma mulher em um cargo de chefia, e quando isso acontecia ela tinha de lidar com uma carga negativa muito grande, e não era bem vista por ninguém! O senso comum era que a mulher até podia trabalhar, mas somente até se casar, e depois disso tinha de abandonar o trabalho e se dedicar à família e filhos. E é difícil para quem não nasceu naquela época entender esses conceitos, e aceitar que isso acontecia, e que ainda ocorre.

A mocinha, por conta de uma máquina de escrever com defeito, tem o nome mudado de Justine, para Justin, e, sendo confundida com um homem é chamada para uma entrevista de emprego como chefe de cozinha. O futuro patrão e dono do restaurante, fica possesso e se sente enganado quando vê que ela é mulher, e tem uma atitude extremamente machista e se recusa e empregá-la. A mocinha, que não engole desaforos, responde a altura e o manda enfiar o seu precioso emprego naquele lugar, afinal ela é uma profissional gabaritada e não precisa ficar ouvindo desaforos. Depois disso, ele repensa a sua atitude e a emprega, mas exige um período de experiência de um mês. Ela aceita e os dois meio que se entendem... quer dizer, se entendem daquele jeito, ele se achando o último waffer do pacote, e ela dando uma de histérica e tendo ataques nervosos a cada provocação do bonitinho.

Gentem, eu fico abismada de ver como essas mulheres são nervosinhas! A pessoa não pode falar nada que ela já sobe nas tamancas e dá um pití! Será que ela ainda não aprendeu que um olhar de desprezo funciona muito melhor com essa raça abjeta que é o sexo masculino? Ela consegue lidar muito bem com os funcionários, inclusive com os masculinos, faz um ótimo trabalho no restaurante, mas em se tratando do patrão ela perde as estribeiras, aliás, ele também, o que deixou o livro um pouco cansativo com tantas briguinhas sem sentido. É claro que o livro tem de ter conflito, senão não tem historia, mas tudo o que é demais cansa, e outras partes podiam ter sido melhor exploradas, mas no geral até que o livro foi bom.

Eu adoro pegar esses livrinhos antigos e ficar comparando com as modernidades dos dias de hoje. Tem uma ceninha no livro, em que a mocinha esta voltando para casa e o carro tem um problema e ela fica na beira da estrada, sem poder avisar ninguém, e eu logo pensei: “por que ela não liga do celular?”. Pois é, só que não tinha celular nessa época!!! Ela não pode avisar o mocinho e ele já foi pensando que ela era uma puta devassa e que estava na cama com outro!!!


(Finalmente, o Suplente!)Collapse )

Jul. 3rd, 2012

vamp

Maratona de Banca: Julho - Sobrenatural

Margaret St. George - Mordidas de Amor (Serie Ouro 03)

  

Ela queria um sabor de paixão...

A voz sexy de Trevor D'Laine a seduzia todas as noites em seu programa noturno de radio. Como desprezar a oportunidade de ser sua assistente pessoal, apesar da insistência dele em se dizer um vampiro?

Vampiros não usavam calça jeans. Eles eram sombrios e fechados, não divertidos e vibrantes. Por outro lado, a expressão daqueles olhos azuis era capaz de hipnotizá-la. O que não conseguiria dela, então, com um beijo apaixonado?

Trevor afirmava que ela não teria o que temer a seu lado. Por que, então, o surpreendia tantas vezes olhando seu pescoço?

 

 

Teve uma época, lá pelo incio dos anos 90, que eu saía desesperada atrás dos livros de vampiros, e simplesmente não encontrava nenhum. E quando encontrava eram aqueles caríssimos da Anne Rice, mas nem por isso deixava de comprar!

Esse é um daqueles poucos livrinhos que saíram nessa época de vamps magros. Revirei os sebos atrás dele, mas nunca achei, só fui encontrar agora, que os livros de vampiros andaram dando cria nas estantes.

 

A história é modesta e bem levinha: mocinho é um locutor de rádio nas horas vagas e vamp que anda de skate em tempo integral. Ele precisa de um assistente, um “Reinfield” e contrata a mocinha para a missão e já deixa bem claro que como ele é um vampiro, só vai estar disponível no período noturno. Claro que ela acha ele doido, e odeia a mania que ele tem de chamá-la de Reinfield, ela tem nome caramba!

 

O mocinho é feliz como vampiro, tem amigos vamps, “toma” café e se diverte no mundo humano. O único problema que ele vê é se apaixonar por sua “Reinfield”, e acabar perdendo o seu amor por causa disso, por isso ele se protege e tenta se defender dessa atração.  Vampiros e humanos não foram feitos um para o outro. Tá... vai sonhando! Kkkkkk

 

Em comparação com os livros de vampiros de hoje em dia, essa história é quase um conto de fadas de tão leve a açucarada, e como ela foi publicada nos anos 90, onde isso não era comum, pode ser considerada a avó dos vamps românticos, onde os dentuços eram sempre considerados seres sombrios e do mal e só apareciam nas histórias de horror e nunca em um romance!

Jun. 1st, 2012

capa romance

Maratona de Banca - Junho: Historico Medieval

Aliança com o Passado 
Denise Lynn

(Historicos Harlequin 93)



92 HH2

Grávida do guerreiro!
Lea de Montreau precisa fazer uma escolha difícil: casar outra vez e gerar um herdeiro ou perder seu castelo e suas terras. Como uma líder orgulhosa, ela está pronta para enfrentar qualquer desafio a fim de proteger seu povo. E o destino está a seu favor quando um estranho se aproxima. Jared de Warehaven já fora o prometido de Lea. E agora que seu futuro está ameaçado, ela não pode se apaixonar por Jared outra vez. Porém, ele tem os seus próprios planos, e pretende utilizar todos os truques de sedução que conhece para conquistar uma valiosa aliança com Lea…



A autora, Denise Lynn, escreve livros medianos. Até agora não peguei um livro que eu considerasse uma obra-prima. Não quero dizer que os livros são ruins, mas não espere algo a mais do uma diversão tipo sessão da tarde. No máximo um Super Cine, nunca uma Tela Quente! Kkkkk

Mas, falta de talento à parte, vamos à historia:

A mocinha acabou de ficar viúva, é guardiã da fortaleza da familia, e tenta se manter neutra de todas as formas no meio de uma guerra. Só que não dá para ser Suíça se você esta enfiada bem no meio de dois exércitos, que vivem batendo na sua porta.

E um desses exércitos é o do mocinho, que alias já foi noivo da Sra. Suíça, e agora pretende tomar a fortaleza à mando da Rainha Matilda, para que o Rei Stephen não decida fazer o mesmo. Viu como não dá para ficar neutra?

Só que a mocinha continua tentando e teimando. Ela acha que se ficar grávida do mocinho, ela pode alegar que o bebê é do falecido e continuar no comando “neutro” da fortaleza. Ah-hãm! Senta lá, Claudia.

Todo mundo sabe que essa idéia não vai funcionar. Afinal, no meio de uma guerra ela é a parte mais frágil, e um bebê de um homem que já morreu não vai mudar nada. Só que a tapada não entende isso! Todo mundo entende e fala isso para ela: a criada de quarto fala, o mocinho fala, o vilão irmão do falecido deixa isso bem claro, até o rei David (que não tem nada a ver com briga) tenta enfiar isso na cachola dela, mas não adiantou!  A tonta continuou fazendo burrada e se dando mal.

Ao invés de ficar xingando as topadas dela, eu só fiquei lendo e me divertindo, pois ficou claro que até a autora estava torcendo contra a mocinha, e eu ia ser a favor? Claro que não, né! Só sentei e esperei ela se ferrar legal! Afinal, onde já se viu, na época medieval, uma mulher querer mandar mais que homem? É como o mocinho disse: “— Você não é uma camponesa para mandar na própria vida, tem a vida de outros para considerar.” 

Fora todos esses pecados eu curti bastante o livro. Ando numa secura de históricos desde o falecimento da Nova Cultural que estou topando qualquer coisa. Até livro mediano igual a esse, estou achando a maravilha das maravilhas! Kkkkkk

PS: Esse mês não teve livro suplente. Se ja foi dificil achar um historico medieval inédito, imagine dois!

May. 1st, 2012

florzinha1

Maratona de Banca: Maio - Secretarias


Quem não gosta de um livro de secretárias? Ou nunca sonhou com um patrão bonitão ou já teve uma quedinha por um? Os livros de patrão e secretaria sempre foram top 10 na lista da maioria das moçoilas sonhadoras!

Então vamos direto ao suplente, que o oficial decepcionou. Mas fiz resenha dos dois, afinal sou viciada no tema!

 

Anne Mather - Montanha do diabo (Sabrina 287)

Resumo: Aquele anúncio de jornal era muito tentador. Julie não pensou duas vezes em ir trabalhar como secretária do escritor Rhys Llewellyn Edwards, ganhando um excelente salário e, mais ainda, num país tropical... Mas era tudo mentira: o salário era pequeno e, em lugar de praias ensolaradas, um vilarejo gelado na costa desolada do País de Gales. Mesmo assim, Julie aceitou e conheceu não só o talento de Rhys como escritor, mas, principalmente, seu enorme poder de atração como homem! Porém Nerys, viúva do irmão de Rhys, esclareceu logo que Julie tinha que ficar longe dele. Não admitia concorrentes... E a situação foi se tornando um inferno!

Ai ai... Adoro esses livrinhos antigos e seus títulos poéticos...

Acho que vou trocar a ordem dos livros da Maratona de Banca, vou colocar o suplente como oficial e vice-versa. Até agora o livro dois sempre foi melhor que o primeiro, ou eu tenho dedo-podre para escolher livros ou é perseguição!

A mocinha é secretaria de uma firma de advocacia que passa os dias sonhando acordada com o seu viking másculo, nas viagens diárias de metrô, até que vê um anúncio no Times de uma vaga misteriosa para secretaria e datilógrafa, e pensa que pode ser a oportunidade perfeita de se livrar de seu emprego maçante e fazer algo mais emocionante!

Ela se candidata a vaga, e na entrevista de emprego descobre que foi enganada pelo filho de seu patrão, e que não vai ganhar a mais e nem trabalhar em algum lugar quente e exótico, mas sim, que vai ganhar menos que no seu trabalho atual e que terá de se mudar para um lugar isolado, montanhoso e frio. E mesmo assim ela aceita! (Mais para espezinhar o futuro patrão do que por qualquer outra coisa!Kkkk)

Elá vai ela, de mala e cuia para o tal lugar inóspito, trabalhar comosecretaria, e datilografar o livro do mocinho, em uma máquina de escrever!  Coisa mais pré-histórica!!

O mocinho, claro, é um grosso! Deixa claro que acha que ela é uma criança imatura, que lê fotonovelas demais, e adora e fazer pouco de sua experiência, mas ela consegue mostrar que com apenas 18 anos consegue ter mais juízo que muita gente, e ainda lidar muito bem com a paixão juvenil do filho dele, as birras da sobrinha de 6 anos e com a cunhada insuportável. Alias, sempre tem uma mulherzinha maldosa para maltratar a pobre mocinha indefesa nesses livros!

Adoro esses livrinhos mais antigos de secretária por causa da nostalgia que me causam. Eu fiz aula de datilografia em uma Olivetti pesada e com as teclas duras! Hoje em dia, por causa desse sofrimento, digito sem olhar para o teclado, sem catar milho e o melhor de tudo, sem nenhum sinal de LER nos pulsos, ao contrario de meus colegas de trabalho que sentam torto e vivem pegando atestado médico! (Será que estou fazendo vantagem mesmo? Dúvidas, dúvidas...). Por conta disso, me identifiquei totalmente com a mocinha que tinha de por carbono na maquina para fazer cópia do livro, e descartava a folha datilografada inteira por causa de um errinho no papel! Como a vida era dura naquela época, oh céus! Hoje é tão mais fácil usar o word do computador e mandar imprimir o numero de cópias desejado na impressora, mas na época nem máquina xérox existia... Oh dureza!



Livro doisCollapse )

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